terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Base para mudas feita de jornal velho


Se você está pensando em começar uma horta ou já é adepto à prática, mas ainda usa aquelas bases de plástico para plantar suas mudas, essa pode ser uma opção mais sustentáveis. Feita a partir de jornais velhos, esse vaso é ideal para germinar as plantas, já que pode ser plantado junto com a muda sem causar problemas para a terra. Por ser feito de papel de jornal, a base irá se decompor em pouco tempo, servindo até de adubo para a muda e evitando que o jornal acabe no lixo.
Materiais:
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• Jornais velhos;
• Uma garrafa de vidro para ser usada como molde (garrafas de vidro são mais indicadas, mais outros materiais também podem ser utilizados);
• Tesouras;
• Terra e sementes.
1º passo: Corte as folhas de jornal
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Use a garrafa como base para medir a altura da futura base. Corte toda a folha de jornal horizontalmente, aproveitando ao máximo o seu comprimento. Uma dica é cortar várias folhas de jornal de uma só vez, para padronizar suas medidas.
2º passo: Enrole o jornal
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Enrole a folha de jornal cortada ao redor da garrafa, como na figura acima, mantendo uma sobra do papel no fundo. Quanto mais voltas você puder dar com o jornal, melhor.
3º passo: Dobre
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Dobre a sobra do jornal paradentro da garrafa. Quanto mais curvado for o fundo da garrafa, melhor.
4º passo: Nivele o fundo
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Retire a garrafa de dentro do jornal e prense a parte de baixo com os dedos, de maneira a nivelar o fundo da sua base.
5º passo: Coloque a terra
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É o peso da terra que irá manter sua base em pé. Sem isso, o jornal irá se desmontar facilmente.
6º passo: Plante!
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Finalmente a sua base para plantas está pronta. Agora é só colocar as sementes ou mudas, regá-las e esperar que elas cresçam!
Fonte:*Via EcoD.

Bolsa para notebook... ECO!!!


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Ao invés de comprar uma bolsa nova para notebook... você mesmo pode criar a sua. Além de economizar dinheiro, você pode utilizar materiais que tem em casa e evitar os impactos causados pela produção de uma bolsa nova, como uso de energia, água e matérias-primas. 
Aqui uma ótima dica para inspirar você, passo a passo de como fazer essa bolsa com tampinhas de latas de alumínio, cinto velho e retalhos de pano.
Materiais necessários:
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  • Tesoura
  • Máquina de costura ou agulhas grossas
  • Alfinetes
  • Linhas
  • Retalhos de pano (aqui foram usados um tecido estampado para o forro e um preto para a capa, cerca de cinco metros cada)
  • Um cinto de algodão velho
  • Tampinhas de lata de alumínio (junte o máximo que puder, para fazer essa bolsa foram utilizadas cerce de mil tampinhas)
  • Folha de espuma (cinco metros)
  • Um ferro de engomar (opcional)
1º passo: Corte do tecido
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Meça as proporções do seu notebook e corte os tecidos nos tamanhos adequados: são seis peças. Na bolsa que usamos como exemplo, são medidas para um notebook com tela de 13”.  As peças deverão ter os seguintes tamanhos:
• 2 pedaços de 13,5 cm x 8,5 cm
• 2 pedaços de 8,5 cm x 3,5 cm
• 1 pedaço de 3,5 cm x 13,5 cm
• 1 pedaço de 5,5 cm x 13,5 cm
2º passo: Costura da parte externa
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Antes de costurar, monte as peças e as prenda com um alfinete. A costura deverá ser feita pelo lado avesso e somente quando todos os pedaços estiverem corretamente posicionados. Eles devem ser unidos da seguinte forma:
a) Os pedaços A e B formarão a frente e o fundo da bolsa, já os C e D serão as laterais. Eles deverão ser presos alternadamente, conforme a imagem.
b) O lado E será a parte de baixo da bolsa e deverá ser fixado ao lado do pedaço A.
c) Por fim, o lado F será a capa da bolsa e deverá ficar ao lado do B, do lado oposto do E.
Depois de prendê-los com um alfinete na posição correta, comece a costurar os pedaços uns nos outros, conforme a imagem. Para garantir que o notebook caberá na bolsa, faça as costuras da forma mais estreita possível ou corte os pedaços alguns centímetros maior que o indicado. Quando finalizar a costura, desvire o lado da bolsa para fora.
3º passo: Costura do forro
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Repita os mesmo passos da etapa anterior. O forro terá o mesmo formato da parte externa da bolsa.
4º passo: Montagem da bolsa
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Chegou a hora de costurar o forro dentro da capa. Mas antes de pegar na agulha, coloque a folha de espuma cortada nas mesmas proporções que as demais peças entre as partes interna e externa. Ela irá proteger seu computador de impactos e pequenos acidentes.
Agora sim você já pode costurar as bordas das peças. Vire as três camadas ao avesso e costure tentando esconder ao máximo as linhas. Deixe um espaço aberto para costurar a alça nas laterais. Desvire a bolsa apenas no final da costura e finalize o acabamento.
5º passo: Alça
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Agora que a bolsa está quase pronta, você já pode colocar a alça feita a partir de um cinto velho. Para isso, insira uma ponta do cinto em cada uma das laterais, nos espaços entre o forro e a capa que ficaram abertos durante a costura.
Costure de forma reforçada cada lado da alça. Caso queira, prense todas as costuras com um ferro quente.
6º passo: Costurando as tampinhas
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A base de sua bolsa já está pronta. Mas caso queira deixá-la mais enfeitada e de quebra ainda reutilizar as tampinhas que iriam para o lixo, fique atento a essa etapa. Agora será preciso paciência.
Posicione a primeira tampinha na parte externa da bolsa e costure-a passando a linha. Depois, coloque outra tampinha ao lado da primeira e costure-a passando a linha pelas duas tampinhas, conforme as figuras acima. Faça isso até terminar uma linha e comece novamente abaixo da primeira, até completar a bolsa.
Pronto!
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Quando você terminar de costurar as tampinhas por toda a extensão da bolsa é possível que queira ficar um bom tempo sem olhar para uma lata de refrigerante, mas certamente você terá uma bolsa para notebook exclusiva e sustentável.
Fonte: www.eco4planet.com

sexta-feira, 25 de junho de 2010

"Qµє αs αçõεs ρεlσ ρlαnєłα ηãσ sεjαм αssiหαđαs αρεหαs ρεlαs ηαçõεs qµε cσмρrєεηđєм σs ρrσblємαs, мαs łαмbéм ρσr αqµεlαs qµε σs cαusαм!”
 

terça-feira, 30 de março de 2010

Gripe A-H1N1


O surto global teve início no México em meados do mês de marco de 2009 e veio a se espalhar pelo mundo primeiramente pela América do Norte, atingindo em pouco tempo depois a Europa e a Oceania, chegando ao estatus de pandemia.

O vírus foi identificado como uma nova cepa do já conhecido Influenza A subtipo H1N1, o mesmo vírus responsável pelo maior número de casos de gripe entre humanos, o que tornou possível também a designação nova gripe A, em oposição à gripe A comum, o vírus contém DNA típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Sendo assim sendo erroneamente chamado de “gripe suína”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 25 de Abril que a epidemia já era um caso de "emergência na saúde pública internacional", significando que os países em todo o mundo deveriam acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 27 de Abril a mesma organização elevou o nível de alerta pandêmico para 4, o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados. Dois dias depois, no dia 29 de abril, OMS eleva para 5 o nível de alerta, o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente. A escala da OMS vai de 1 a 6. No dia 11 de junho o nível de alerta subiu ao máximo (nível 6) e foi decretada a pandemia, visto esta existir em mais de 75 países e em vários continentes.

Quando se pretende determinar o eventual potencial pandêmico de uma estirpe de vírus da gripe, existem alguns aspectos importantes a considerar, nomeadamente a sua capacidade para:

 Infectar pessoas, além de outros mamíferos e aves;

 Causar doença numa grande proporção de indivíduos infectados;

 Transmitir-se pessoa a pessoa;

 Difundir-se rápida e extensamente – por ser diferente das restantes estirpes em circulação e as pessoas terem pouca ou nenhuma imunidade.

Em todas as pandemias de gripe que ocorreram no passado, os vírus apresentaram estas características.

As gripes pandêmicas ocorrem esporadicamente, em qualquer estação do ano, pode atingir mais de 25 % da população.

A mortalidade é muito superior à da gripe comum – durante a pandemia de 1918 morreram 40-50 milhões de pessoas. É uma doença muito mais grave que a gripe comum, com maior risco de morte. A infecção pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade.

Na fase inicial de uma pandemia de gripe não existem vacinas eficazes, por se desconhecer a nova estirpe viral. Não é possível prever o novo tipo de vírus, e só existe uma certeza: a estirpe será diferente das que circularam no Inverno anterior.

A quantidade disponível de fármacos antivíricos pode ser limitada. A prescrição depende da sua eficácia, que só pode ser determinada após a eclosão da pandemia.

Atualmente no Brasil temos uma campanha do governo para a vacinação contra a gripe. A vacina é segura e já está em uso em outros países, não tendo sido observada uma relação entre o uso da vacina e a ocorrência de eventos adversos graves. A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a Influenza pandêmica e até o final de novembro foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas. A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha à vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.

A vacina registra uma efetividade média maior que 95%. A resposta máxima de anticorpos se observa entre o 14º e o 21º dia após a vacinação. No Brasil, está sendo utilizada a vacina injetável, administrada por via intramuscular.

Existem ainda alguns antivirais, ainda pouco testados, como o oseltamivir (Tamiflu) e o zanivir cujo vírus apresenta sensibilidade, normalmente e feito o tratamento sintomático e como todo quadro viral seu ciclo dura de 05 à 10 dias.



Sinais e sintomas da gripe pandêmica que “aterrorizou’’ o mundo são parecidos com a gripe comum, como:

 Tosse

 Febre

 Dispnéia

 Mialgia

 Coriza

 Calafrio

 Dor de garganta

 Artralgia

 Diarréia

 Conjuntivite



Os vírus influenza são facilmente transmitidos de pessoa a pessoa, nomeadamente quando um indivíduo infectado com o vírus espirra, tosse ou fala (por expelir o vírus para o meio ambiente circunjacente). Uma pessoa também se pode infectar quando toca na própria face, depois de tocar numa superfície contaminada ou numa pessoa infectada.

Os vírus da gripe têm um curto período de incubação – tempo que decorre entre a infecção e o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas – geralmente de 1-3 dias. Nos adultos, a capacidade de infectar outras pessoas vai de algumas horas antes do aparecimento dos primeiros sinais sintomas até 4-5 dias depois. Nas crianças a capacidade de infectar outras pessoas pode durar 7 dias.





A prevenção e o controle devem ser feitos de maneira igual a qualquer outro tipo de gripe:

 Espirrar de maneira adequada preferencialmente no antebraço,

 Lavagem freqüente das mãos,

 Evitar aglomerações e enclausuramentos,

 Isolamento voluntário quando doente,

 Medidas de bloqueio respiratório,

 Boa alimentação e hábitos saudáveis.





Gripes no mundo:



Gripe Espanhola

A gripe espanhola, também conhecida como gripe pneumónica, foi uma estirpe de gripe aviária atipicamente severa e letal, que matou entre 50 à 100 milhões de pessoas em todo o mundo ao longo de cerca de um ano em 1918 e 1919. Pensa-se que tenha sido a mais mortífera das pandemias da história da Humanidade. Foi causada pelo subtipo H1N1 do Influenzavirus A.



Gripe de Nova Jérsei

A gripe de Nova Jérsei foi reportada em 1976 após da morte de um soldado de Fort Dix. O vírus que causou a doença é referenciado como A/New Jersey/76, um vírus do tipo Influenza A, subtipo H1N1. Apelidada na época de "gripe suína", gerou especulações sobre a iminência de uma nova pandemia semelhante à gripe espanhola. O presidente dos Estados Unidos da América em 1976, Gerald R. Ford, lançou um grande programa de vacinação com custos de quase 140 milhões de dólares: cerca de 40 milhões de pessoas foram vacinadas. O programa, contudo, teve um fim inesperado: apenas uma morte foi causada pela gripe, enquanto que ao menos 25 pessoas morreram por reações à vacina, que em pouquíssimas pessoas desencadeava a síndrome de Guillain-Barré.



Gripe Russa

A gripe russa mais recente foi uma epidemia de gripe ocorrida em 1977-1978 causada pela estirpe Influenza A/USSR/90/77 (H1N1). Utilizando-se uma técnica atualmente obsoleta de mapeamento de oligonucleotídeos, verificou-se que o vírus H1N1 dessa epidemia era muito semelhante a uma variedade isolada em 1950.[7][8] Infectou sobretudo crianças e adultos jovens com menos de 23 anos de idade porque uma estirpe similar era prevalente entre 1947 e 1957, fazendo com que a maioria dos adultos fosse imune. Alguns consideram-na uma pandemia de gripe, mas, uma vez que afetou apenas os jovens, não é considerada uma verdadeira pandemia. O vírus foi incluído na vacina contra a gripe de 1978-1979.

quarta-feira, 17 de março de 2010

BIÓLOGO...

Biólogo não come, degusta.


Biólogo não cheira, olfata.

Biólogo não toca, tateia.

Biólogo não respira, quebra carboidratos.

Biólogo não tem depressão, tem disfunção no hipotálamo.

Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.

Biólogo não elogia, descreve processos.

Biólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.

Biólogo não transa, copula.

Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.

Biólogo não pensa, faz sinapses.


Biólogo não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.

Biólogo não chora,produz secreções lacrimais.


Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.

Biólogo não se apaixona, sofre reações químicas.

Biólogo não perde energia, gasta ATP.

Biólogo não divide, faz meioses.

Biólogo não falece, tem morte histológica.

Biólogo não deixa filhos, apresenta sucesso reprodutivo.

Biólogo não deixa herança, deixa pool gênico.

Biólogo não tem inventário,tem hereditário.

Biólogo não deixa herdeiros ricos, pois seu valor é por peso vivo.