...para todos aqueles que amam o meio ambiente, ou apenas respeitam a vida... viver sustentável!!!
terça-feira, 30 de março de 2010
Gripe A-H1N1
O surto global teve início no México em meados do mês de marco de 2009 e veio a se espalhar pelo mundo primeiramente pela América do Norte, atingindo em pouco tempo depois a Europa e a Oceania, chegando ao estatus de pandemia.
O vírus foi identificado como uma nova cepa do já conhecido Influenza A subtipo H1N1, o mesmo vírus responsável pelo maior número de casos de gripe entre humanos, o que tornou possível também a designação nova gripe A, em oposição à gripe A comum, o vírus contém DNA típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Sendo assim sendo erroneamente chamado de “gripe suína”.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 25 de Abril que a epidemia já era um caso de "emergência na saúde pública internacional", significando que os países em todo o mundo deveriam acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 27 de Abril a mesma organização elevou o nível de alerta pandêmico para 4, o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados. Dois dias depois, no dia 29 de abril, OMS eleva para 5 o nível de alerta, o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente. A escala da OMS vai de 1 a 6. No dia 11 de junho o nível de alerta subiu ao máximo (nível 6) e foi decretada a pandemia, visto esta existir em mais de 75 países e em vários continentes.
Quando se pretende determinar o eventual potencial pandêmico de uma estirpe de vírus da gripe, existem alguns aspectos importantes a considerar, nomeadamente a sua capacidade para:
Infectar pessoas, além de outros mamíferos e aves;
Causar doença numa grande proporção de indivíduos infectados;
Transmitir-se pessoa a pessoa;
Difundir-se rápida e extensamente – por ser diferente das restantes estirpes em circulação e as pessoas terem pouca ou nenhuma imunidade.
Em todas as pandemias de gripe que ocorreram no passado, os vírus apresentaram estas características.
As gripes pandêmicas ocorrem esporadicamente, em qualquer estação do ano, pode atingir mais de 25 % da população.
A mortalidade é muito superior à da gripe comum – durante a pandemia de 1918 morreram 40-50 milhões de pessoas. É uma doença muito mais grave que a gripe comum, com maior risco de morte. A infecção pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade.
Na fase inicial de uma pandemia de gripe não existem vacinas eficazes, por se desconhecer a nova estirpe viral. Não é possível prever o novo tipo de vírus, e só existe uma certeza: a estirpe será diferente das que circularam no Inverno anterior.
A quantidade disponível de fármacos antivíricos pode ser limitada. A prescrição depende da sua eficácia, que só pode ser determinada após a eclosão da pandemia.
Atualmente no Brasil temos uma campanha do governo para a vacinação contra a gripe. A vacina é segura e já está em uso em outros países, não tendo sido observada uma relação entre o uso da vacina e a ocorrência de eventos adversos graves. A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a Influenza pandêmica e até o final de novembro foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas. A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha à vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.
A vacina registra uma efetividade média maior que 95%. A resposta máxima de anticorpos se observa entre o 14º e o 21º dia após a vacinação. No Brasil, está sendo utilizada a vacina injetável, administrada por via intramuscular.
Existem ainda alguns antivirais, ainda pouco testados, como o oseltamivir (Tamiflu) e o zanivir cujo vírus apresenta sensibilidade, normalmente e feito o tratamento sintomático e como todo quadro viral seu ciclo dura de 05 à 10 dias.
Sinais e sintomas da gripe pandêmica que “aterrorizou’’ o mundo são parecidos com a gripe comum, como:
Tosse
Febre
Dispnéia
Mialgia
Coriza
Calafrio
Dor de garganta
Artralgia
Diarréia
Conjuntivite
Os vírus influenza são facilmente transmitidos de pessoa a pessoa, nomeadamente quando um indivíduo infectado com o vírus espirra, tosse ou fala (por expelir o vírus para o meio ambiente circunjacente). Uma pessoa também se pode infectar quando toca na própria face, depois de tocar numa superfície contaminada ou numa pessoa infectada.
Os vírus da gripe têm um curto período de incubação – tempo que decorre entre a infecção e o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas – geralmente de 1-3 dias. Nos adultos, a capacidade de infectar outras pessoas vai de algumas horas antes do aparecimento dos primeiros sinais sintomas até 4-5 dias depois. Nas crianças a capacidade de infectar outras pessoas pode durar 7 dias.
A prevenção e o controle devem ser feitos de maneira igual a qualquer outro tipo de gripe:
Espirrar de maneira adequada preferencialmente no antebraço,
Lavagem freqüente das mãos,
Evitar aglomerações e enclausuramentos,
Isolamento voluntário quando doente,
Medidas de bloqueio respiratório,
Boa alimentação e hábitos saudáveis.
Gripes no mundo:
Gripe Espanhola
A gripe espanhola, também conhecida como gripe pneumónica, foi uma estirpe de gripe aviária atipicamente severa e letal, que matou entre 50 à 100 milhões de pessoas em todo o mundo ao longo de cerca de um ano em 1918 e 1919. Pensa-se que tenha sido a mais mortífera das pandemias da história da Humanidade. Foi causada pelo subtipo H1N1 do Influenzavirus A.
Gripe de Nova Jérsei
A gripe de Nova Jérsei foi reportada em 1976 após da morte de um soldado de Fort Dix. O vírus que causou a doença é referenciado como A/New Jersey/76, um vírus do tipo Influenza A, subtipo H1N1. Apelidada na época de "gripe suína", gerou especulações sobre a iminência de uma nova pandemia semelhante à gripe espanhola. O presidente dos Estados Unidos da América em 1976, Gerald R. Ford, lançou um grande programa de vacinação com custos de quase 140 milhões de dólares: cerca de 40 milhões de pessoas foram vacinadas. O programa, contudo, teve um fim inesperado: apenas uma morte foi causada pela gripe, enquanto que ao menos 25 pessoas morreram por reações à vacina, que em pouquíssimas pessoas desencadeava a síndrome de Guillain-Barré.
Gripe Russa
A gripe russa mais recente foi uma epidemia de gripe ocorrida em 1977-1978 causada pela estirpe Influenza A/USSR/90/77 (H1N1). Utilizando-se uma técnica atualmente obsoleta de mapeamento de oligonucleotídeos, verificou-se que o vírus H1N1 dessa epidemia era muito semelhante a uma variedade isolada em 1950.[7][8] Infectou sobretudo crianças e adultos jovens com menos de 23 anos de idade porque uma estirpe similar era prevalente entre 1947 e 1957, fazendo com que a maioria dos adultos fosse imune. Alguns consideram-na uma pandemia de gripe, mas, uma vez que afetou apenas os jovens, não é considerada uma verdadeira pandemia. O vírus foi incluído na vacina contra a gripe de 1978-1979.
quarta-feira, 17 de março de 2010
BIÓLOGO...
Biólogo não cheira, olfata.
Biólogo não toca, tateia.
Biólogo não respira, quebra carboidratos.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no hipotálamo.
Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.
Biólogo não elogia, descreve processos.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
Biólogo não transa, copula.
Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
Biólogo não pensa, faz sinapses.
Biólogo não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.
Biólogo não chora,produz secreções lacrimais.
Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
Biólogo não se apaixona, sofre reações químicas.
Biólogo não perde energia, gasta ATP.
Biólogo não divide, faz meioses.
Biólogo não falece, tem morte histológica.
Biólogo não deixa filhos, apresenta sucesso reprodutivo.
Biólogo não deixa herança, deixa pool gênico.
Biólogo não tem inventário,tem hereditário.
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